O superdesportivo português Adamastor Furia, deslocou-se ao também português Autódromo de Portimão para os primeiros testes em pista.
O modelo saiu da sua cidade natal, Perafita e rumou o AIA. Era a estreia do modelo nestas andanças o que por si só já era motivo de especial excitação e de responsabilidade.
A lição ía bem estudada, pelo que o super-desportivo português não deixou os seus créditos por mãos alheias, mostrando de imediato parte significativa das suas valências, contando com o jovem engenheiro e piloto de desenvolvimento Diogo Araújo Matos ao volante.
Liderada por Frederico Ribeiro, engenheiro responsável pelo projecto Furia, a equipa não se poupou a esforços, suportando-se de um ambicioso run plan que não se limitava a acumular quilómetros no traçado a norte de Portimão.
Era, de facto, importante rodar em pista, mas havia também que aumentar a carga progressivamente e tirar ilações relativamente à potencial performance do Furia.
Na realidade, neste tipo de sessões de trabalho, o tempo em pista é, muitas vezes, interrompido por longos períodos nas boxes, a olhar para monitores de computador e a avaliar dados de telemetria.
Mas se houve, de facto, muito tempo dessa análise teórica, foram as cerca de três horas de prática que colocaram um natural sorriso no rosto de cada elemento da equipa, tal a forma como o Furia foi evoluindo no exigente traçado algarvio.
Terminado este primeiro teste dinâmico no Circuito de Portimão, Frederico Ribeiro e restante equipa vão agora avaliar os resultados recolhidos, implementar as alterações necessárias, para que possam,assim e desde já, começar a trabalhar num próximo regresso a um circuito, encontrando-se toda a equipa focada no objetivo final de apetrechar o Adamastor Furia de tudo aquilo que fará do superdesportivo português um veículo único e inimitável.